Não compreendo a maldade.

Pode me julgar.

Talvez, com muito esforço, em um dia de muito bom humor eu conseguiria entender o que leva uma pessoa em desespero a cometer um roubou, um furto ou voltar-se para uma vida de crimes.

Mas, mesmo assim, não vou aceitar. Conheço pessoas demais que também saíram de situações desesperadoras e condições degradantes de vida para uma existência digna sem precisar apelar para o ilícito.

E nem é dessa maldade que estou falando.

Falo de quem pratica a maldade por puro lazer.

Sim, isso é um tema recorrente deste blog. Pudera, minha doença está profundamente atrelada a episódios com pessoas assim.

Sofrer e ver outros sofrerem com a maldade alheia, sem qualquer justificativa, apenas para prejudicar, colocar pra baixo. Aquele tipinho de gente que não está bem enquanto todos os outros a seu redor não estiverem miseráveis como ele.

Aquele tipinho de gente que não tenta melhorar, mas sim deixa todos no mesmo estado dele. Ou ainda pior.

O tipo de pessoa a quem não basta subir, precisa pisar na cabeça de todo mundo, como degraus.

Eu nunca vou entender gente assim.

Nunca vou entender a necessidade de uma pessoa em prejudicar outra. De não poder ver ninguém bem.

Uma pessoa que, se as mudanças à sua volta não estiverem ocorrendo por sua influência direta e vontade, fazem de tudo para prejudicar, dar errado, destruindo quem estiver pela frente, sem se importar em como o outro vai ficar.

E fica a minha pergunta, a que sempre faço: “Pra quê?”

E outra pergunta, dessa vez uma nova: “Como sobreviver a isso?”